COPINHA 2018

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Os dias 15, 16 e 17 de agosto foram momentos de emoção nas quadras do CPTI com a Copinha 2018. Durante os períodos da manhã e da tarde, os educandos jogaram e se “mataram” em campo para ganhar as partidas de futebol.

Neste ano, além de premiarem os melhores goleiros e artilheiros, a equipe mais unida recebeu um troféu e foi o time azul da tarde. O grupo era composto por meninos e meninas, ficou desfalcado e no último jogo restaram as últimas quatro jogadoras: Gabriele, Keitelyn, Maria Luísa e Nicole, que levaram a conquista para a casa.

O educando Isaias Souza, de 14 anos, está no CPTI desde 2013 e, pela primeira vez, além de receber a medalha de melhor artilheiro com oito gols, o seu time ganhou em 1º lugar. Para ele o que leva para os próximos anos é a união, “a amizade e jogar junto”, enfatiza o educando. Já  Keeyt Nataly Guimares Rocha, recebeu pela segunda vez a medalha de melhor goleira, a que defendeu mais gols durante toda a copinha.

A Copinha faz parte do projeto de esportes do CPTI – Movimento e Cidadania que conta com o patrocínio da empresa VLI.

 

Meu amigo grande: Resgate a leitura e a escrita

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O CPTI realiza há anos o “Meu Amigo Grande”, que faz parte do projeto Ler a Vida, e tem como objetivo principal a troca de cartas entre educandos e colaboradores de empresas. No último semestre, a troca foi realizada pela empresa ArcelorMittal Gonvarri, parceira e patrocinadora do Projeto Allegro da instituição.

A revelação aconteceu no último dia 24 de agosto, e os educandos visitaram a empresa e conheceram os produtos que a empresa produz. De acordo com Juliana de Souza Albano, Analista de Desenvolvimento Organizacional da Gonvarri, o projeto vai além do que a empresa estima. “A iniciativa reforçou não somente o propósito da empresa: ‘Ser parte da solução para um mundo melhor’, como nos fez refletir como simples ações podem gerar um grande impacto”, conta.

Juliana, que além de recepcionar os educandos e entretê-los enquanto os amigos grandes da empresa chegavam, também teve um “pequeno” amigo do CPTI. Durante as apresentações, Elisier Elias Vicente Ribeiro, confessou que não lembrava o nome de sua amiga, sendo que era ela mesma. “Os meses de correspondência com o nosso amigo, a troca de informações, conquistas, sonhos e vida pessoal nos fez repensar sobre nossa caminhada e como podemos inspirar outras pessoas através de nossa história. Conhecer nossos amigos e ser surpreendidos por tanta delicadeza, simpatia, carinho e talento, só nos mostrou o quanto temos que aprender com eles, e não o inverso”, relata Juliana.

A colaboradora Lilian Moreira Batista da Govarri e participante do projeto, conta que quando soube da iniciativa, de imediato já se inscreveu. O ponto alto do projeto, que é a troca de cartas, traz a recordação da infância para o Amigo Grande. “Estamos na era digital onde as pessoas “perdem” tanto tempo em redes sociais, com digitações onde o próprio teclado do smartphone adivinha o que você quer escrever, ter o prazer de pegar o papel, caneta,  parar para refletir em quem vai ler, receber, e responder… Foi muito delicioso”, conta Lilian.

A visita terminou em um café da manhã e maior entrosamento entre crianças e adultos, que puderam conversar e saber mais sobre a rotina um do outro. E através do sucesso dessa edição, a próxima já está em andamento, com fila de espera para a troca de cartas tanto do CPTI, como da ArcelorMittal Gonvarri.

 

Para conferir mais fotos, clique aqui.

 

 

 

 

 

Nós na Praça com CPTI

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No dia 25 de agosto aconteceu o evento Nós na Praça, idealizado pelo Núcleo Criativo e apoiado financeiramente pela Fundação FEAC, contou com a presença do CPTI em diversas atividades. A instituição abriu o evento com a atividade física do Centro de Convivência Inclusivo Intergeracional (CCII), orientado pela educadora Edite e fechou com a apresentação do Projeto Allegro: coral, banda e percussão.

Durante o evento, as educandas da Unidade Shalon apresentaram o Flash Mob do 18 de maio, com a música Pesadão e a coreografia de Ginga, ambas da cantora IZA. Além de apresentações, o CPTI esteve com uma barraca de oficina de biscuit, organizada pela equipe do CCII do Shalon.

Caroline Cardoso, coordenadora da Unidade Shalon do CPTI e integrante do Núcleo Criativo afirma que o evento é positivo para o território e uniu escolas e grafiteiros. “Um dia de lazer, de descontração e artístico para usuários da região, foi diferente, nunca tinha acontecido com alimentação gratuita”, comenta.

 

Como o voluntariado influencia no dia a dia de uma multinacional

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O sucesso que temos hoje no engajamento e mobilização dos profissionais da Deloitte é resultado da proposta do Programa Inteligência Social que envolve a participação de voluntários em ações voltadas às comunidades onde seus escritórios estão situados.

Esta iniciativa reflete uma preocupação por parte da Deloitte em participar de ações que contribuam para o desenvolvimento social do País.

Há três anos, a Deloitte elegeu em Campinas o CPTI – Centro Promocional Tia Ileide como uma instituição parceira, para desenvolver atividades que vão de encontro com o nosso foco em educação, empreendedorismo e empregabilidade. Neste período, destacamos dois casos de sucesso – o Impact Day, evento mundial da empresa que mobilizou 133 profissionais e 1240 horas de trabalho voluntário na instituição e o Worldclass, proposta global da Deloitte que apoia o Projeto Metamorfose do CPTI na preparação de jovens para o mundo do trabalho, mobilizando profissionais de diversas áreas para ministrar palestras, conduzir oficinas e trocar experiências, comprovando o quão importante e essencial é estabelecer uma relação entre o segundo e terceiro setores.

O resultado desta parceria é termos hoje dentro do nosso quadro de pessoas com o seu olhar voltado para o terceiro setor e o feedback positivo de como esta proposta possibilita estar presencialmente em alguns dias e horários de trabalho contribuindo para o desenvolvimento da sociedade. Ainda agrega o sentimento de pertencimento e a vivência de uma realidade da comunidade de forma ampliada. As ações de voluntariado se tornam gratificantes e refletem no dia a dia deste profissional

Em paralelo, a instituição CPTI e a comunidade onde atua percebem o impacto significativo da presença da Deloitte e seus profissionais envolvidos em ações que fortalecem o trabalho institucional e comunitário.

Finalmente é possível constatar que, quando há respeito ao conhecimento, a experiência e os saberes de cada setor e ambos se unem em esforços para o bem-comum, conseguimos alcançar resultados de sucesso.

 

 

 

 

 

 

Juliana Toledo S. Carina

Coordenadora do Programa Inteligência Social de Campinas

Deloitte

CPTI tem um menino diamante

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O educando Mateus Ribeiro de Araujo, de 20 anos, teve a sua música selecionada pelo projeto Meninos Diamantes. Ricardo Soares educador do Projeto Allegro: Música e Cidadania do CPTI foi quem teve a iniciativa de inscrever a música do jovem. A inscrição previa o encaminhamento de uma música de autoria própria. “A letra que eu fui selecionado, compus com nove anos. Minha irmã me ajudou, eu escrevia e ela analisava a letra. Via se estava boa, me instigava a escrever melhor e a rimar as frases. Quando eu me aperfeiçoei com 15 anos, inclui os acordes e harmonizei”, conta o educando Mateus.

A premiação consiste na gravação de um CD profissional e uma apresentação no Festival Meninos Diamantes 2018, em novembro, no Conservatório e Faculdade de Música Souza Lima – Unidade Paraíso – São Paulo.

Da Série “Por Dentro do CPTI”

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Trabalho com as famílias

 

O CPTI realiza trabalho com as famílias dos educandos que estão inseridos no SCFV – Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos, de 6 a 14 anos. A inserção no grupo acontece quando a família procura pelo serviço disponibilizado na região ou pela busca ativa. Thiago Lusvardi, psicólogo do SCFV, explica como funciona a busca ativa: “É uma procura realizada pelos técnicos em Serviço Social e Psicologia da Instituição, que ocorre quando chega a informação de crianças ou adolescentes do território em vulnerabilidade, o que nos leva a realizar uma visita domiciliar com o objetivo de estreitar os vínculos com o núcleo familiar em questão, e mobilizá-los para a busca de direitos afiançadas pela Política Pública”, explica o psicólogo.

Após o primeiro contato, os profissionais que trabalham de maneira multidisciplinar – psicólogo, assistente social e pedagogo – realizam o primeiro atendimento grupal para apresentar o serviço, a dinâmica das atividades, dias e horários de participação, apresentação dos educadores e os combinados. Os profissionais ainda orientam os responsáveis quanto a sua participação no serviço, e participação das crianças e adolescentes no espaço, com relação a importância do convívio. Já no segundo contato, individual, tem o propósito de oferecer uma melhor compreensão sobre o atendimento que o CPTI oportuniza, o reconhecimento da dinâmica da família e fortalecimento de vínculos entre ela e a instituição.

Enquanto o educando está inserido no serviço do CPTI, acontece, quando necessário, acompanhamento individual e, especialmente por meio de oficinas, rodas de conversa, eventos promovidos com e para os grupos de família. Durante as atividades, os profissionais trabalham temas como o da violação de direitos, combate a violência e exploração sexual e o combate ao trabalho infantil. “Algumas escolhas do próprio grupo utilizam apenas um encontro, outras exigem a construção de um cronograma de até quatro encontros para o esgotamento do tema. Faz parte também destes atendimentos coletivos, ações comunitárias com foco na promoção da vida“, conta Thiago.

 

 

Alemães no Brasil

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No dia 28 de julho, o CPTI recebeu a visita do grupo de intercâmbio da Alemanha. Cerca de 30 adolescentes entre 14 e 16 anos passaram a manhã com os educandos do CPTI e o grupo da atividade física do Centro de Convivência Inclusivo e Intergeracional.

Para integrar e quebrar o gelo, as atividades começaram com a dança promovida pela educadora Edite. Após um café da manhã oferecido pelo CPTI, o grupo se reuniu para deixar recados em um quadro exposto na parede. Antes de seguir para a roda de conversa, o grupo entregou uma doação em dinheiro para a instituição, contabilizando cerca de seis mil reais, que serão investidos na estrutura da organização.

Divididos em duas turmas de roda de conversa, o grupo ficou mais a vontade para conversar. Com um tradutor em cada grupo, a comunicação se tornou mais fácil. Perguntas sobre como é a vida na Alemanha foram as ganhadoras, mas os intercambistas tiveram interesse em saber como é o funcionamento da instituição.

Ana Luiza Benevides, de 13 anos, participou da roda de conversa e para ela a experiência foi diferente, principalmente pela oportunidade de conhecer pessoas de outra nacionalidade. “Achei muito legal e interessante, eles contaram a história deles e a gente a nossa”, conta Ana. Em outra roda, a educanda Nicole Lima Peralta, de 16 anos,  comentou que além de descobrirem o que eles faziam na sua cidade, também conheciam instituições parecidas com o CPTI na Alemanha.

 

 

Noite teatral

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O mês de junho foi encerrado em grande estilo no CPTI com uma noite teatral. As duas peças apresentadas foram preparadas pelo educador Lucas Gonzaga com os educandos da oficina de teatro. “A ideia de uma finalização nas oficinas de teatro parte de um pensamento pedagógico que inclui no processo um momento de encerramento com os educandos. Nesse momento é possível refletir sobre os meses de trabalho e mostrar na prática os aspectos vivenciados”, conta o educador.

A primeira apresentação é sobre a história “O catador de pensamentos”, baseado na peça de Monika Feith. O Senhor Rabuja, interpretado pelos dois irmãos Eliezer Eduardo e Elizier Elias Vicente Ribeiro é o personagem que recolhe os pensamentos e recicla durante a noite. As cenas contaram com a trilha sonora ao vivo e com os educandos do projeto de música Allegro.

A segunda peça, dos adolescentes, trouxe um assunto da atualidade: eleições e futebol. “Vê-los contando histórias e reivindicando os problemas de uma época reflete um novo momento dessa juventude. Teatro é uma obra coletiva e, portanto, um ato revolucionário dos dias de hoje”, comenta Lucas sobre a peça. Inspirado na história da rainha Nzinga (lê-se inzinga), a peça foi construída em cima da luta de Nzinga contra a escravidão e do significado da palavra: ato ou efeito de gingar, sendo a ‘ginga’ o jeito brasileiro de lidar com as situações. A apresentação faz uma leitura crítica ao esquecimento dos assuntos importantante, enquanto são comemoradas as festividades como Carnaval e Copa do Mundo.

Como representação do tema, as educandas da Unidade Shalon, junto com as educadoras Vanessa de Araújo e Viviane Lima, dançaram a música “Ginga” da cantora IZA. O grupo também apresentou a canção “Pesadão” da mesma cantora.

 

Semana de planejamento 2018

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A semana de planejamento do CPTI é o momento em que as áreas se reúnem para montar o calendário do ano seguinte. Teve início no dia 2 de julho e contou com diversas atividades diferenciadas e de integração. “Na parada da Semana de Planejamento é possível que a equipe se aproxime mais estrategicamente das ações que estão sendo planejadas e organizadas com as crianças. Possibilita que as equipes completas parem, sentem, avaliem projeto por projeto que vem sendo aplicado e os repensem se for o caso. É a partir da possibilidade de olharmos em conjunto para o que estamos desenvolvendo enquanto serviço”, conta Thiago Lusvardi, psicólogo da equipe do Vila Mendonça.

A principal decisão que modificou o planejamento de 2018, foi a de mudar o ano do CPTI para julho a julho, sendo relacionado com as aberturas de editais das empresas, que abrem no 2º semestre. Assim as atividades anuais da instituição já foram definidas de acordo com o novo ano-calendario.

Na quarta-feira foi feita uma roda com todas as equipes do CPTI para conhecerem o perfil das famílias atendidas na instituição e o funcionamento dos serviços técnicos. De acordo com Thiago a apresentação foi importante para as equipes. “Acreditamos que é importante darmos visibilidade ao trabalho realizado pela equipe técnica junto das famílias das crianças que são atendidas pelo nosso serviço, para garantir um fluxo de atendimento que de fato faça do CPTI um espaço não apenas de atividades de fortalecimento de vínculos, mas de apoio as mais diversas demandas apresentadas pelas famílias que atendemos”.

Encerramento do Metamorfose

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No dia 26 de junho, aconteceu a cerimônia de encerramento do primeiro semestre do projeto Metamorfose: Adolescência, Cidadania e Trabalho em Transformação, que prepara adolescentes e jovens para o trabalho. O projeto contou com 10 oficinas temáticas sobre o mundo do trabalho e de acordo com a assistente social do CIEE, Tatiane Cristina, as oficinas contaram com espaço dinâmico para os jovens partilharem suas experiências. O evento contou com a presença dos formandos e familiares, da Juliana Toledo, responsável pelo Programa de Inteligência Social da Deloitte, empresa patrocinadora do projeto e articuladora da parceria com o CIEE.

O marco da noite foi a entrega dos certificados de conclusão do CIEE e a declaração de  participação do CPTI. Com a presença dos responsáveis, familiares e amigos, cada educando foi chamado para receber os certificados das mãos do presidente do CPTI, Dettloff von Simson Junior.

Leonardo Lopes, pedagogo responsável pelo Metamorfose, afirma que o trabalho é desenvolvido com a valorização do processo e demanda de uma finalização. “O cuidado no preparo do ambiente, no chamamento às famílias, amigos e parceiros do projeto e tudo o mais que vem junto, é um símbolo da nossa compreensão da necessidade de valorar o rito de encerramento como uma metáfora de um primeiro voo destes  meninos e meninas. E assim sendo, que voem confortáveis e que possam chegar aonde desejarem, ou mais longe ainda”, completa Leonardo.

De acordo com Tatiane, ao final do projeto, um jovem foi efetivado no emprego e outro participou de um processo seletivo. Esse último contou da importância das oficinas no momento. “Segundo ele as oficinas foram de extrema importância para que pudesse participar de todas as etapas, que durante o processo se lembrou de várias dicas e dinâmicas que realizamos e que isso foi fator decisivo para que ele fosse um dos finalistas”, conta a assistente social.

O projeto, que tem novo grupo a partir de agosto, visa contribuir com a formação de novos adolescentes e jovens e capacitá-los para o mercado de trabalho.

 

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